| CÂNTICO: Nas tuas mãos Nas tuas mãos, Senhor, coloco as minhas junto de Ti repouso o meu ser; à tua vida ofereço a minha vida à tua vontade eu uno o meu querer. Nas tuas mãos, Jesus, coloco as minhas, venho para contemplar, preciso de Te conhecer em silêncio, Te amar.
O pão do teu Coração, que consagraste a Ti reparte-se em acção de graças e dá de si é sinal do mesmo amor. Uma missão lhe confiaste: ser pão do Senhor. O pão do teu amor procura o teu coração: multiplica-se, transforma-se, recebe de Ti a sua vocação: ser Dom universal de si, unir reparar e ser amor. O pão do teu ser, doação eterna de Ti, reconhece-se onde estás, é tua transparência, feita de Amor e Paz Pão me ofereço assim, teu Pão até ao fim.
SALMO: DIZ-ME, JESUS, O TEU NOME (rezado a dois coros) Diz-me, Jesus, o teu Nome verdadeiro, Para que eu Te alcance de uma vez para sempre; Diz-me Tu não por palavras, eu que Te procuro cada dia sem alento. Hás-de ser Tu quem mo dirás, Tu que vens sempre. Tu, minha alegria, minha dor, meu desejo sem descanso, minha chaga mais íntima, meu destino inevitável e desejado; Minha meta e meu fundamento. Tu minha necessidade e meu desejo, meu prémio, Parte da minha herança; a vida por quem vivo e meu caminho, minha fé e minha confiança. Minha força, meu rochedo, meu refugio e defesa; sentido da minha história. Referência única do que sou e faço; meu Amigo, Luz que vêem os meus olhos, Coração com que amo o mundo e a sua miséria. Esperança de Te ver nos meus irmãos. Diz-me, por fim, o teu Nome desejado; Porque repito mil nomes e nunca é o teu inteiramente. Diz-me o teu Nome verdadeiro, Ser do meu ser, Que eu quero dizê-l’O e não encontro as palavras certas. São poucas e vazias. Diz-me Tu o teu Nome, que faz falta aos que sofrem aos vencidos, aos que estão sozinhos, aos que não podem mais nem vêem saída, aos que não sabem sequer que precisam de Ti; aos cansados e os que vivem angustiados. Diz-me o teu Nome: não há outro Nome como o Teu que valha a pena e dê a Vida que nos salva. Diz-me o teu Nome para que o diga, o repita e o grite bem alto. Diz-me, o teu Nome, que tudo transforma e nos transforme a nós Diz-me, Senhor, o teu Nome. Peço-Te. Ou, faz-me a mim, se Tu quiseres, o teu Nome, sem palavras, repetido. - ORAÇÃO DO POBRE - Podemos repetir a frase que mais nos tocou
LEITURA: Mt 16, 15 SS Chegando Jesus ao território de Cesareia de Filipe, perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”. Disseram: “Uns afirmam que é João Baptista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas”. Então perguntou-lhes: “ E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Simão Pedro respondendo disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus respondeu-lhe: “Bem-aventurado és tu Simão, filho de Jonas, porque não foi carne ou sangue que te revelaram isso, mas o Meu Pai que está nos céus”. - SILÊNCIO - Diz Yahveh aquele que te criou: não temas porque Eu te resgatei, chamei-te pelo teu nome, tu és meu. (...) Tu és precioso a meus olhos, és honrado e Eu te amo, entrego pessoas no teu lugar e povos pela tua vida (Is 43, 1. 4) Deixo-me olhar por Quem em verdade me ama como sou, sem desejos de ser diferente ou que o ano tenha corrido de forma diferente... se tivesse sido... se tivesse feito... se... Diante de Quem me ama, peço luz para olhar o ano que passou. - SILÊNCIO - Trazer à memória é deixar que aquelas experiências de Encontro e intimidade com Jesus Cristo que num passado foram carne e vida em mim, voltem a acontecer. Mais que tornar presente, mais que recordar é abrir-me de novo ao Encontro, para que de novo a Sua Palavra feita vida em mim, me volte a transformar. Trago à memória o tema que deixou marca, a reunião que me deixou a pensar, a partilha que me fez ficar a dar voltas..., aquela conversa que tive... as conferências a que fui…, as reuniões de grupo de partilha… as reuniões de preparação... tanta vida que recebi... tanta graça que o Senhor fez transbordar em mim... tanto Encontro fruto de tantos pequenos encontros que me foram revelando o Seu Nome... tanto Encontro fruto de tantos rostos que me foram revelando o Rosto verdadeiro. - SILÊNCIO - Agradeço o Cristo que conheci... Agradeço o Cristo que encontrei... Agradeço o Cristo que não desiste de mim... Agradeço a graça dum maior conhecimento... Agradeço uma Amizade que cresceu, uma intimidade que se fortaleceu.... Agradeço.... - SILÊNCIO - Quem verdadeiramente encontrou Cristo não pode guardá-Lo para si. Tem de O anunciar (João Paulo II, NMI 40)
Como respondi?... Dei gratuitamente o que de graça recebi?... Soube vencer os medos e egoísmos?...
Experimento a loucura de um Deus que me ama e que volta a apostar em mim para revelar o Seu Rosto, para repetir aos outros o Seu Nome... Percebo por onde me leva e que vai sempre comigo... - SILÊNCIO - Diante d’Ele renovo a minha decisão de O seguir como Ele me pede...
Diante do grupo com quem tenho feito caminho, renovo, também o meu compromisso “revelando” o Rosto do “meu Cristo”... - ORAÇÃO PARTILHADA - Cada um à medida que partilha vai colocando a sua peça do puzzle até formarmos, entre todos, o Rosto de Cristo que nos foi revelado! ORAÇÃO FINAL: (rezada por todos) Senhor Jesus, Dono e Amigo da Vida, Alento de tudo quanto respira, Tu que amas tudo o que criaste, pois se assim não fosse nada podia existir, Aumenta em mim o desejo de conhecer o teu Rosto verdadeiro, Aumenta em mim a audácia de pronunciar o teu Nome cada dia, Diz-me quem Tu és, pois eu sei , Senhor Jesus, que a Tua imagem sobre mim bastará para mudar-me. Amén. CÂNTICO: Nas tuas mãos Mostra-me, Senhor, os Teus caminhos, Teus caminhos Para que queira fazer só o que for a Tua vontade
|